Publicado em 02/06/2010 por Administrator

Insetário

O insetário do Departamento de Entomologia conta com doze salas, onde são executadas atividades de manutenção das diferentes colônias, estudos comportamentais, estudos populacionais, de interação vetor-parasito, de susceptibilidade de populações naturais de culicídeos e de verificação de atividade de produtos larvicidas. Para esses estudos, são destinadas duas unidades de bioensaios, os biológicos e os químicos; uma unidade para experimento de observação comportamental dos mosquitos, além de um infectório preparado para realização de infecção de mosquitos por vírus e outros patógenos, observados todos os critérios de Biossegurança. O espaço conta ainda com uma área externa para avaliação de larvicidas biológicos, à base de Bacillus sphaericus (Bs) e de Bacillus thuringiensis sorovar israelensis (Bti), e químicos, em testes de campo simulado (TCS).

insetarioEm suas instalações são mantidas quatro colônias de culicídeos, consideradas referência de susceptibilidade a inseticidas: Culex quinquefasciatus, Aedes aegypti (Recife-Lab e Rockfeller) e Aedes albopictus, e outras três colônias como referência de resistência a inseticidas e biolarvicidas. Duas dessas colônias são de C. quinquefasciatus resistentes às cepas do larvicida biológico B. sphaericus, além de uma colônia de A. aegypti resistente ao inseticida químico temephos. Essas colônias têm grande importância no desenvolvimento das pesquisas do Departamento de Entomologia e dos estudos do Serviço de Referência, sendo também utilizadas por outros departamentos e instituições de ensino e pesquisa.
 
As instalações e condições de manutenção das colônias seguem os “Parâmetros de Biossegurança para insetários e infectórios de vetores: aplicação e adaptação das normas gerais para laboratórios, definidas pela Comissão de Biossegurança da Fiocruz (2005)”.  

Tendo em vista o impacto na qualidade das pesquisas em controle de Culicídeos vetores, as instalações e atividades desenvolvidas no insetário do CPqAM estão submetidas aos requisitos normativos do Sistema de gestão da Qualidade, em processo de implantação no Serviço de Referência, conforme os princípios de Boas Práticas de Laboratório (BPL), de forma a garantir a confiabilidade, rastreabilidade e reprodutibilidade dos estudos e segurança ao meio ambiente.
 
 

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